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R:Bernardino de Campo,412 Centro (ao lado do Maktub) Jacareí

Louvada seja a dança - Santo Agostinho

Louvada seja a dança porque ela liberta o homem do peso das coisas materiais, e une os solitários para formar sociedade. Louvada seja a dança, que tudo exige e fortalece, saúde, mente serena e uma alma encantada. A dança significa transformar o espaço, o tempo e a pessoa,que sempre corre perigo de se desfazer e ser ou somente cérebro, ou só vontade ou só sentimento. A dança porém exige o ser humano inteiro ancorado no seu centro,e que não conhece a obsessão da vontade de dominar gente ou coisas, e que não sente a demonia de estar perdido no seu próprio ser. A dança exige o homem livre e aberto vibrando na harmonia de todas as forças. Ò homem, ò mulher, aprenda a dançar senão os anjos do céu não saberão o que fazer contigo.

Quem sou eu

EDERSON GONÇALVES . CONHECIDO COMO DOGÃO. PROFESSOR DE DANÇAS DE SALÃO HÁ 10 ANOS, ESTUDANDO VARIOS RITMOS COM OS MAIS RENOMADOS PROFESSORES DE DANÇAS DE SALÃO DO BRASIL COMO ISRAEL SCHERMAM/BR ZOUK, KARINE MORAES E RAFAEL BARROS/ SP SALSA, CIA INTERACTO/ SP SALSA E SAMBA, JAYME AROUXA E BIANCA GONZALES/ SALSA, SAMBA, BOLERO ENTRE OUTROS

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Se o corpo dança, a mente dança?


Dança de salão faz os neurônios saltar? quem pensa que a dança só trabalha os movimentos do corpo, se engana e muito. Enquanto braços e pernas se mexem no ritmo da música, os neurônios também fazem a festa. Especialistas em neurologia afirmam que dançar faz bem para a mente, relaxa, ameniza o estresse. "Nas aulas de dança, as pessoas sorriem, extravasam as emoções. A dança funciona como uma exaustão emocional sabe. Por alguns instantes os alunos esquecem dos problemas modernos". Diz Ivan Sousa, professor de dança de salão.
Os benefícios da dança começam a ser sentidos de dentro pra fora. A professora de dança e bailarina Daniele Barilli diz que aprender a dançar é aprender um jeito de viver melhor. "Muitas pessoas demoram a perceber, mas eu observo que os alunos de dança com o passar do tempo, vão ficando mais alegres, soltos, vão soltando os bichos que tem dentro deles entende. Explica Daniele Barilli.
Timidez, depressão, tristeza são problemas que podem ser tratados em aulas de dança de salão. Professores de dança são unânimes em dizer que a dança resgata o que a pessoa tem de melhor dentro dela. "Quem aprende a dançar se sente mais bonito, o rosto muda, o jeito de agir e pensar também". Afirma Ivan."
'Eu louvo a dança, pois ela liberta o ser humano do peso das coisas, une o solitário à comunidade. Eu louvo a dança, que tudo pede e tudo promove; saúde, mente clara e uma alma alada. Dança é a transformação do espaço, do tempo e do ser humano. Eu louvo a dança! Ser humano aprenda a dançar! Senão os anjos do céu não saberão o que fazer de você'. Palavras de Santo Agostinho, ditas há mais de mil anos. A citação comprova que já faz muito tempo que a dança mexe com as pessoas. Ela seduz gerações desde que o mundo é mundo.
A dança envolve muito mais sentimento do que técnica. Durante as aulas, o maior desafio dos professores é estimular os alunos a transmitir a verdade por meio da dança. "É uma tarefa complexa, pois trabalhamos com diversos canais de percepção mental, além do aspecto lúdico e estimulante". Diz Ivan.
As aulas são trilhadas por músicas de vários estilos e ritmos. Os passos seguem o som que vem destas músicas. Passos são criados e decorados é dessa forma que a dança também melhora a memorização. Daniele e Ivan são testemunhas dos benefícios da dança para o bem estar mental. "A lista de coisas boas que a dança nos traz é extensa. Essa arte nos proporcionou mais alegria, prazer, bem estar, paz e tranqüilidade, nos deixou mais ativos, dispostos, até a memória esta melhor, esta mais rápida, lembramos dos acontecimentos com mais facilidade, nossa mente esta funcionando como a gente queria mesmo", diz Daniele muito satisfeita com os resultados da dança.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Pista, Show ou Sala de Aula – Onde Está o Seu Palco?

Muitos de nós já ouvimos, ou mesmo pensamos, ao observar uma pessoa arrasando e curtindo muito na pista de dança: “Uau! Que fantástico! Quero fazer aulas com ele (ou ela).”. Ou ainda, após assistir a um show de tirar o fôlego: “Vou ficar só esperando ela(e) sair do camarim, e quero ser o primeiro a tirá-la(o) pra dançar. O baile está garantido!”. Quantos de nós já não fizemos ‘aquela’ aula de babar, ficamos encantados com os professores(as), e mal conseguíamos conter a ansiedade em vê-los em ‘ação’ nos shows da noite? Esses são apenas alguns exemplos de como podemos interligar essas diferentes manifestações salseiras. O ponto é que muitas vezes essas nossas expectativas não são plenamente atendidas, e surge a frustração. Vamos tentar entender um pouco do porquê.

Acredito que a esses casos citados acima, aplica-se perfeitamente o tal do “Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa”. Um bom dançarino de baile não é necessariamente um showman, um bom professor não arrasa necessariamente na pista, e o dançarino performático nem sempre consegue dar uma boa aula. Existem inúmeros exemplos disso, e eu não estou aqui para favorecer um em detrimento do outro, e reconheço que há por sua vez raros exemplos de profissionais que se destacam realizando excelentes trabalhos em duas ou mesmo em todas essas áreas. Quem poderia ainda afirmar que é mais fácil, ou melhor, se apresentar do que dar aulas, dançar na pista do que fazer shows, e assim por diante? O fato é que todos temos nossos próprios talentos, e sabemos onde nos sentimos plenos e realizados. Tudo tem seus méritos, e requer habilidades muito diferentes umas das outras:

» Dançar na pista, curtir o baile, cada música, fazer o seu parceiro(a) sentir-se especial independente do seu nível de dança não é fácil, e as pessoas que fazem isso com maestria são consideradas as mais queridas. São aquelas pessoas que todos e todas querem ter por perto. Sinônimos de diversão garantida na balada. Esse é realmente um dom para poucos, e a recompensa vem na forma de encantadores sorrisos e abraços durante e depois da dança.

» Fazer um show não significa apenas executar uma coreografia. Tem que amar estar lá, sendo observado, admirado, idolatrado e muitas vezes criticado por toda aquela platéia. Ahhh a platéia… o showman ‘vive’ para essa platéia! Nasceu para encenar, e consegue tocar a todos com a sua interpretação. É uma mistura de ator/atriz com dançarino(a). Não importa se o show durou dois minutos ou duas horas, o showman sempre vai sair com um gostinho de “num acredito que já foi!”. E aí? Vai encarar? Se esse é o seu palco, aproveite os aplausos e capriche nos agradecimentos.

» Ser um professor vai muito além de passar passos e movimentos a um grupo de pessoas. Vídeos na Internet existem às pencas, mas nada substitui o professor. O verdadeiro professor deve estar preparado para formar e informar dançarinos, sejam eles futuros profissionais, baladeiros ou mesmo pessoas que querem aprender a dançar sem pretensão alguma – todos merecem qualidade de informação. Um professor deve buscar incansavelmente o aperfeiçoamento da técnica, conhecer a história do que está ensinando, pesquisar tendências e estar familiarizado com metodologias de ensino. Deve estar preparado para responder às perguntas de alunos que muitas vezes parecem crianças de 4 ou 5 anos com os seus “mas por quê?”. É… dá trabalho, mas a satisfação de olhar um aluno na pista se divertindo, matando a pau numa apresentação, ganhando competições ou mesmo se tornando um professor compensa todo o esforço. Melhor ainda quando nos damos conta de que esse aluno nos superou… missão cumprida!

Tudo isso seria muito lindo, se não tivéssemos uma pressão do mercado (do meio) para que um profissional de dança seja “fera” em tudo. Como já disse acima, são raros esses casos, e então entra em cena o famigerado e tão conhecido “ego”. Como parte da construção básica da personalidade, ele é fundamental. No entanto, ao nos tornarmos escravos de seus caprichos, arriscamos nossas carreiras e relacionamentos no mundo salseiro. Certa vez, conversando com um dançarino, ele me perguntou: “Gustavo, se uma pessoa chega pra você e diz que não gosta da sua aula, que sua aula é ruim, como você reage?”. Eu respondi que não há problema algum em pessoas não gostarem do meu ou do seu trabalho, e que graças a Deus existem diversos profissionais, professores que trabalham com metodologias e técnicas diferentes. Eu tentaria identificar os pontos de divergência entre a minha aula e o que ele quer, e o encaminharia a algum professor que pudesse atendê-lo. No que ele me respondeu: “É, taí a nossa diferença. Se alguém me disser que não gosta da minha dança, eu vou fazer de tudo pra mudar e fazer com que ela passe a gostar”. Boa sorte…

Pois é, vamos combinar que ninguém nem nada é unânime, e que o melhor é sempre agir de acordo com a nossa natureza. Você não vê um pé de caqui deprimido porque queria dar bananas. Abrace o seu talento! Salseiro conhece-te a ti mesmo… suba no seu palco, seja autêntico… e divirta-se!

O que eu preciso para aprender a dançar?

Um bom sapato, uma roupa legal, e acima de tudo... Confiança em si mesmo!

Sim, é isso mesmo! Com o pouco tempo que tenho envolvida com o mundo da dança, pude aprender muitas coisas e a mais importante delas sem dúvida é: Acredite em você!

Aprender a dançar bem, é um processo tão complexo e intrigante quanto viver! Por isso, quando entramos numa sala de aula com o intuito de aprender a dançar, percebemos muitas vezes que possuímos uma noção errônea do que é dançar bem, gerada pelo senso comum. É mais difícil do que pensamos e muito mais prazeroso quando aprendemos de verdade.

Por isso, acreditar em si mesmo, ter paciência e se permitir errar são fatores fundamentais no processo de aprendizado e muitos desistem precocemente, pois não é simples exercitar tais habilidades. O que é uma pena, pois somente o fato de procurar uma escola e tomar a iniciativa já é um ato de muito valor, sobretudo para aqueles que para isso, tiveram que vencer a timidez, a baixa auto-estima, o receio de não corresponder às suas expectativas e também às dos outros.

Mas se você se permite, e com persistência continua, sem se comparar com os alunos que tem mais ou menos facilidade, é como mágica, quando você menos espera vem a compensação, você consegue enfim fazer algum movimento que não conseguia na aula passada e isso é muito bom. Porém, só tem este prazer quem persiste, quem tem coragem de errar e se expor não correspondendo muitas vezes aos padrões estabelecidos, mas ainda assim com uma evolução incrível!

Sem contar a atividade física, o bem estar, a música, um sorriso, a interação social, dançar é maravilhoso!

Realmente a dança é como a vida, temos dias ótimos e dias nem tão bons assim, dias em que não nos tiram pra dançar, que não nos sentimos interessantes e dias em que aquela dama ou cavalheiro que esperamos o baile todo nos tiram para dançar, e isso nos enche de entusiasmo outra vez. E nem por isso, nos dias ruins desistimos da vida, certo? Lutamos e mesmo que todos nos rejeitem, que a vida nos feche portas, persistimos, e cedo ou tarde encontramos nossa compensação. E a dança com certeza nos fornece muitos elementos para encontrar satisfação, nela como atividade em si e na vida, nos ensinando sobre como olhar a nós mesmos, como olhar o outro, nos ensinando a ter disciplina, paciência, concentração, disposição, alegria, romantismo, amor próprio, tudo em uma única atividade, temperando nossa vida com muito mais sabor, música e aprendizado constante!

Dança de Salão e Qualidade de Vida: uma visão profissional

Atividade física de intensidade moderada como a dança de salão, principalmente quando praticada com regularidade mínima de três vezes por semana proporciona benefícios inestimáveis para a saúde de seus praticantes. Em raras questões a ciência tem sido tão unânime. l

Verdade: tudo na vida é movimento. O homem nasce, cresce, decresce e morre; “pelo menos vou dançar até o fim”;

Mito: vou ficar quietinho no meu canto e nada vai me acontecer; suas articulações vão perder mobilidade, seus músculos vão se enfraquecer, sua atividade cerebral vai diminuir e sua vida sexual... Deixa pra lá.

Se perguntarmos a um profissional de educação física qual é a melhor atividade para a saúde, se um dia ele tiver dançado, certamente responderá, dança de salão. Todos aqueles benefícios tão citados em qualquer artigo do gênero são também conquistados através da dança, porém ao bailar a dois estimulamos também a sensualidade e a própria sexualidade, fatores que simplesmente garantem a existência de nossa espécie.

Quer mais? O homem e a mulher que dançam são mais charmosos, confiantes e bonitos, adquirem maior controle de suas ações músculo-articulares e assumem uma postura mais decidida diante dos desafios da vida. A atividade cerebral aumenta, pois constantemente somos estimulados ao pensamento criativo e este leva-nos a novas descobertas e à superação de limites. Dançar, principalmente com trocas de pares é uma excelente atividade social que resgata o prazer e o potencial mágico do abraço. Ah! O abraço. Abraçamos nossas carreiras, projetos, bens materiais, dinheiro. Abraçamos tantas coisas que não nos sobra braços para o abraço que nos faz seguir em frente. Lembro-me do aluno bolsista que emocionado relatou-nos que então com trinta anos, não se lembrava do dia em que tinha dado e recebido um abraço da própria mãe. Bem, após tê-lo experimentado na dança de salão, encheu-se de coragem e aos prantos, compartilhados com sua mãe, repassou trinta anos em trinta minutos de um abraço terno e resgatador. Ele nos conta que agora todos os dias a beija e abraça muito e que ambos estão muito felizes.

“Transformar para melhor a vida das pessoas através da dança” é o nosso sonho e nós realmente acreditamos. Somando minhas experiências de dezoito anos como profissional de educação física, doze como professor de dança e ainda respaldado pela ciência, sinto-me confortável em afirmar que a dança de salão, praticada com regularidade mínima de duas a três vezes por semana, promove os maiores e melhores benefícios para a saúde física, mental e emocional de seus praticantes.

A Escolha do seu Par

Há trinta anos, os adolescentes encontravam o sexo oposto em bailes de salão organizados por clubes, igrejas ou pais responsáveis preocupados com o sucesso reprodutivo de seus rebentos. Na dança de salão o homem tem uma série de obrigações, como cuidar da mulher, planejar o rumo, variar os passos, segurar com firmeza e orientar delicadamente o corpo de uma mulher. Homens levam três vezes mais tempo para aprender a dançar do que mulheres. Não que eles sejam menos inteligentes, mas porque têm muito mais funções a executar. Essa sobrecarga em cima do homem permite à mulher avaliar rapidamente a inteligência do seu par, a sua capacidade de planejamento, a sua reação em situações de stress. A mulher só precisa acompanhá-lo. Ela pode dedicar seu tempo exclusivamente à tarefa de avaliação do homem. Uma mulher precisa de muito mais informações do que um homem para se apaixonar, e a dança permitia a ela avaliar o homem na delicadeza do trato, na firmeza da condução, no carinho do toque, no companheirismo e no significado que ele dava ao seu par. Ela podia analisar como o homem lidava com o fracasso, quando inadvertidamente dava uma pisada no seu pé. Podia ver como ele se desculpava, se é que se desculpava, ou se era do tipo que culpava os outros. Essa convenção social de antigamente permitia ao sexo feminino avaliar numa única noite vinte rapazes entre os 500 presentes num grande baile. As mulheres faziam um verdadeiro teste psicológico, físico e social de um futuro marido e obtinham o que poucos testes psicológicos revelam. Em poucos minutos conseguiam ter uma primeira noção de inteligência, criatividade, coordenação, tato, carinho, cooperação, paciência, perseverança e liderança de um futuro par. Infelizmente, perdemos esse costume porque se começou a considerar a dança de salão uma submissão da mulher ao poder do homem, porque era o homem quem convidava e conduzia a mulher. Criaram o disco dancing, em que homem e mulher dançam separados, o homem não mais conduz nem sequer toca no corpo da mulher. O som é tão elevado que nem dá para conversar, os usuais 130 decibéis nem permitem algum tipo de interação entre os sexos. Por isso, os jovens criaram o costume de "ficar", o que permite a uma garota conhecer, pelo menos, um homem por noite sem compromisso, em vez de conhecer vinte rapazes numa noite, também sem compromissos maiores. Pior: hoje o primeiro contato de fato de um rapaz com o corpo de uma mulher é no ato sexual, e no início é um desastre. Acabam fazendo sexo mecanicamente em vez de romanticamente como a extensão natural de um tango ou bolero. Grandes dançarinos são grandes amantes, e não é por coincidência que mulheres adoram homens que realmente sabem dançar e se apaixonam facilmente por eles. Masculinizamos as mulheres no disco dancing em vez de tornar os homens mais sensíveis, carinhosos e preocupados com o trato do corpo da mulher. Não é por acaso que aumentou a violência no mundo, especialmente a violência contra as mulheres. Não é à toa que perdemos o romantismo, o companheirismo e a cooperação entre os sexos. Hoje, uma garota ou um rapaz tem de escolher o seu par num grupo muito restrito de pretendentes, e com pouca informação de ambas as partes, ao contrário de antigamente. Eu não acredito que homens virem monstros e mulheres virem megeras depois de casados. As pessoas mudam muito pouco ao longo da vida, na realidade elas continuam a ser o que eram antes de se casar. Você é que não percebeu, ou não soube avaliar, porque perdemos os mecanismos de antigamente de seleção a partir de um grupo enorme de possíveis candidatos. Fico feliz ao notar a volta da dança de salão, dos cursos de forró, tango e bolero, em que novamente os dois sexos dançam juntos, colados e em harmonia. Entre o olhar interessado e o "ficar" descompromissado, eliminamos infelizmente uma importante etapa social que era dançar, costume de todos os povos desde o início dos tempos. Se você for mãe de um filho, ajude a reintroduzir a dança de salão nos clubes, nas festas e nas igrejas, para que homens aprendam a lidar com carinho com o corpo de uma mulher. Se você for mãe de uma filha, devolva a ela a oportunidade que seus pais lhe deram, em vez de deixar sua filha surda, casada com um brutamontes, confuso e isensível idiota.

dança de salão a R$10,00


dia 09/09 sexta feira , a partir das 20h30 aulas de danças de salão a R$10,00, sem taxa de matricula, compareça e divirta-se.

turma especifica de forró


dia 17/09 sabado, as 16h30 turma especifica de forró. compareça!!!!

domingo, 21 de agosto de 2011

turma de forró.

atendendo a pedidos, dia 17/09 o studio inicia uma turma especifica de forró. compareça.
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